segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Em todas as estações

Almejo, beijos apertados de esquimó
quentes como labios atados como nó

Meu bem banalize a lingua minha em teu corpo
cante a alma e brinde o gozo
mas por fim nao me beija em esquimó,
se nao conhece a linguagem do frio,
quando se preenche com quente o vazio

E banalize as saladas antes do almoço
e nao me acorde aos domingos, se apenas enxerga
o ocio do osso, sim,
necessito da carne pra fechar por entre os dentes
de alimento pra hibernar nosso bem maior

Querida queime o mundo, e nao me tira o beijo de esquimó

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Handmade Softer Rough Love

Got to flow, got to know
to quiet down in the rise of wisdom
Yes, the third dimension, misconception
and information

Sculping myself in early mornings
of abstract poetry

Compelled by nude interstellar exploding
emergent dinasty

Surfing in stages where larger warves
were replaced, lost my face in tenderness in order
to gain a harder and rougher love

Dance with ,fly with me says the melodie
who you are, swear to this reality
there was blur among the stars

Burning eyes have heard some blues
then feeling soft by the foam and the groove
That fingertip was not yours ,enough to fit a handmade form

Sculped and molded
Sculped and molded

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Régua de nômades

Compre-me um quilo de ritmo
beijos, prosas e bossas,
todas novas

Fios de cabelo em todas as cores
explosões inter-estrelares
Compre-me pluralidade e atomos indecifraveis

Uma tonelada de despedida e primeiros encontros,
centímentros de indecência, e metros da sua mais fina necessidade
meça e então desmeça aquilo que for de verdade

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dever de saber

Deve ser louca
por andar com minhas roupas
meu suor e sangue pesados

meu espirito mal lavado
de meia conquistas e arrogancia infinita

deve ter perdido parafuso
ao rodar por ae com meu retrato
pintura velha dum menino pouco levado e muito confuso

procurando respostas
no desmonstar de complexos objetos
objetivos de carne e osso e falta de juizo
ao abandono das leis do bom senso e bem estar

Presumo a ti. Jaz rouca
Na tentativa de aliciar me
com a falta daquelas roupas

exibindo corpo tao solene e cansado
fantasiando que entendeu o recado
tao mal comunicado, tao cotado e estipulado

que morreu antes de ser passado, sufocado antes
de cantado

aos nobres continentes de seda e vinho
dentro dos ansiosos e virgens pergaminhos
que nunca hão de sentir gosto algum

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Trilha Sonora Silêncio

Olhos de um sonhador
acordam os desistentes do fundo do seus aquarios
hora de apropriar-se do novo filho
olhos cor de mel refletem jovialidade

temos paisagens a acontecer
com tentaculos a quais nos segurar
coraçoes a nos conectar
passaros pra nos carregar
traga o seu ninho consigo

essa vida eh uma corrida contra o tempo
contra nossas raizes outrora tentaculos
salte e arrisque é hora de transmutar-se
talvez para os decompositores
talvez para a eternidade

enrole-se e desenrole-se em tamanho maior
estamos juntos desde sempre, sempre estivemos
todos feitos de agua.
Tentaculos tambem sao propulsores assim
como as raízes sem fim, mude -se

http://www.youtube.com/watch?v=TNRCvG9YtYI

terça-feira, 5 de julho de 2011

Alimento

Poesias, todas minhas, no café
no alimento, minha alma comos ostia,
que deve ostentar, estrelado papel

Onde ainda vamos dividir o prazer de mirar-te
quando prontos estivermos
mais uma vez.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Entre fogueiras, incendios e forró.

"Existem dois tipos de pessoa"
a terceira sou eu
minha aspiraçao e minhas dúvidas
você me olha estranho, entendo que nao entende,
mas não entendo por que procura entender.
Estamos presos no tempo presente
nossa visao eh limitada, é 3D!

Seres humanos falam de si mesmos
seres mediocres falam dos outros
animais falam de crises e possibilidades existencias
indiferente e confusa voce me pergunta de onde eu tirei isso
e começa a falar sobre nós e futuro.

Alguem está palido de medo
alguem pressente o medo
caes latem ao medo
eu tambem tenho medo de medos
voce sabe o que estamos perdendo?
o tempo entre todos os mesmos