Nada se baseia na culpa, na multa,
nos derivados, nos fins amargos, meus quero prazos ou seus prejuizos
tudo se baseia no ato, no acaso,
na vontade, na sinceridade, na felicidade em sua forma pura,
e no amor
Desculpa a minha "desculpa" já me desculpando aqui novamente.
Mas nao hei de aquetar a suas ordens, os seus olhares, as suas incognitas
Nunca vou nascer novamente, eu sou eu, a sua realidade, eu sei é tambem de deus, vai fazer seu caminho
Se eu tou aqui é por que tenho palavra, e as vezes ela nao sai, pq não sente em ser falada, intercala
mas há de ecoar em meus pulmoes, em toda a minha dança pela rua, pelo destino, pelo acaso, viril atraso, pelo sino que tem a sina de nao
badalar ao meio dia
To me ligando, eu tava desviando, desumano ao meu ser, inercia é uma tortura, mas o que por fim perdura, o meu primeiro e unico
amor ha de entortar as velas dos barcos, leis da fisica, suas minhas sequelas, se for pra nos ter, tal amor vai demandar crescimento apenas.
E todo o resto era paixão
quinta-feira, 29 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
De Rapina
Meu amor te quero de cabeça
e ideologias sempre erguidas,
ainda que nao saiba quem tu és
ouça e responda ,De rapina
Sim ,te quero com olhos e bocas
sempre inflamáveis, dessa forma saberemos
marcar nossa altura em correntezas salinas ,matutinas
Com pernas e ventres fortes ,pra aguentar
todas tempestades dessa vida e guardar milagres
ás nossas 14 chaves, escalaremos surpreendendo todas
cidades que hão de fazer parte do nosso mundo mais uma vez
e ideologias sempre erguidas,
ainda que nao saiba quem tu és
ouça e responda ,De rapina
Sim ,te quero com olhos e bocas
sempre inflamáveis, dessa forma saberemos
marcar nossa altura em correntezas salinas ,matutinas
Com pernas e ventres fortes ,pra aguentar
todas tempestades dessa vida e guardar milagres
ás nossas 14 chaves, escalaremos surpreendendo todas
cidades que hão de fazer parte do nosso mundo mais uma vez
sábado, 17 de março de 2012
Quebra cabeça
Essas coisas de Drummond quando transbordam junto a verdade
são as mesmas coisas, sem vaidade, só imaginaçao
Essas veias sim pulsantes, borbulhando em cada instante,
perdi qualquer recordação, o que poderia ter sido vai ser,
se já nao foi.
Essas peças todas soltas, essa bagunça toda louca
faz o maior sentido quando se encaixam na sala de estar
são as mesmas coisas, sem vaidade, só imaginaçao
Essas veias sim pulsantes, borbulhando em cada instante,
perdi qualquer recordação, o que poderia ter sido vai ser,
se já nao foi.
Essas peças todas soltas, essa bagunça toda louca
faz o maior sentido quando se encaixam na sala de estar
Auto luz
Revivo a vida em pores do sol que me acordam como alarme
acenam me todos os raios de luz
Tenho que rever todos os filmes, provar dos sucos e salivas, tenho que rir do perigo
tatear sulcos e medidas
Quantas paisagens voce conta no seu dia?
Quantas pinturas tece com os olhos?
No fim do dia perduram quantas das suas filosofias?
Caricaturas banhadas a fino oléo
Madeiras pra esculpir, troncos com os quais nos espelhar
Jarros de barros pra entortar e então fugir do padrão pra se moldar
acenam me todos os raios de luz
Tenho que rever todos os filmes, provar dos sucos e salivas, tenho que rir do perigo
tatear sulcos e medidas
Quantas paisagens voce conta no seu dia?
Quantas pinturas tece com os olhos?
No fim do dia perduram quantas das suas filosofias?
Caricaturas banhadas a fino oléo
Madeiras pra esculpir, troncos com os quais nos espelhar
Jarros de barros pra entortar e então fugir do padrão pra se moldar
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Alem da ilusao
Atingir de forma plena toda celula em sua verdade
esteja comigo não há mais duvidas,
nem olhos que não os do coração
Não existirão gaiolas que não
às da mente
Tão pouco curiosidade doentia
que não o destino
Acreditar que tudo era pra ser
e o seu livre arbítrio é direito de ser
mestre do presente
esteja comigo não há mais duvidas,
nem olhos que não os do coração
Não existirão gaiolas que não
às da mente
Tão pouco curiosidade doentia
que não o destino
Acreditar que tudo era pra ser
e o seu livre arbítrio é direito de ser
mestre do presente
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Agora e não mais
O que eu fiz foi quem eu fui
quem sou eu, apenas estou sendo
sou materia inconstante que ilude as suas retinas
sou monte de massa de carbono em movimento
destino e sinas
Sou assim parte presunçao
ousadia e omissao juntos no liquidificador
,que sao os sentimentos da hora, que foi produzido
de acordo com a minha visao do passado
O que eu penso que poderia acontecer tambem nao sou eu
eu sou apenas um cara sentado que nao achou uma caneta
digitando um texto e gostando de uma menina, parte preocupado com o mundo
e curioso com quem minha materia ha de encontrar no proximo presente
Eu sou o agora e nada mais
quem sou eu, apenas estou sendo
sou materia inconstante que ilude as suas retinas
sou monte de massa de carbono em movimento
destino e sinas
Sou assim parte presunçao
ousadia e omissao juntos no liquidificador
,que sao os sentimentos da hora, que foi produzido
de acordo com a minha visao do passado
O que eu penso que poderia acontecer tambem nao sou eu
eu sou apenas um cara sentado que nao achou uma caneta
digitando um texto e gostando de uma menina, parte preocupado com o mundo
e curioso com quem minha materia ha de encontrar no proximo presente
Eu sou o agora e nada mais
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Em todas as estações
Almejo, beijos apertados de esquimó
quentes como labios atados como nó
Meu bem banalize a lingua minha em teu corpo
cante a alma e brinde o gozo
mas por fim nao me beija em esquimó,
se nao conhece a linguagem do frio,
quando se preenche com quente o vazio
E banalize as saladas antes do almoço
e nao me acorde aos domingos, se apenas enxerga
o ocio do osso, sim,
necessito da carne pra fechar por entre os dentes
de alimento pra hibernar nosso bem maior
Querida queime o mundo, e nao me tira o beijo de esquimó
quentes como labios atados como nó
Meu bem banalize a lingua minha em teu corpo
cante a alma e brinde o gozo
mas por fim nao me beija em esquimó,
se nao conhece a linguagem do frio,
quando se preenche com quente o vazio
E banalize as saladas antes do almoço
e nao me acorde aos domingos, se apenas enxerga
o ocio do osso, sim,
necessito da carne pra fechar por entre os dentes
de alimento pra hibernar nosso bem maior
Querida queime o mundo, e nao me tira o beijo de esquimó
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